Arquivo de janeiro de 2010

Medicina Integrativa – A cura está no doente, diz médico

sexta-feira, 29 de janeiro de 2010
‘Os chineses e indianos nunca trataram corpo e mente separadamente. A medicina integrativa comprova que isso faz sentido’ PAULO DE TARSO LIMA, único brasileiro formado pelo doutor Weil nos EUA

Não é habitual ouvir um médico respeitável, de uma instituição de saúde modelar, falar sobre o papel da energia do corpo humano e da religião no caminho para a cura. É justamente o caso do cirurgião Paulo de Tarso Lima, do Hospital Albert Einstein, de São Paulo. A medicina integrativa é uma prática em ascensão. Surgida nos Estados Unidos na década de 1970, une a medicina tradicional oriental, com sua abordagem holísitica, e a ocidental, apoiada na produção científica e na tecnologia. A reunião tem revolucionado a busca pela cura de doenças como o câncer. “A ideia não é excluir nada, mas juntar tudo e mostrar que a pessoa é detentora da capacidade de cura da própria doença”, afirma Lima, que estudou a medicina interativa na Universidade do Arizona (EUA) e cursa o primeiro ano da Barbara Brenner School of Healing, na Flórida, onde a cura é perseguida a partir do estudo da energia humana. O médico é também autor do livro Medicina Integrativa – A Cura pelo Equilíbrio (MG Editores, 139 págs., 32,20 reais). Na entrevista a seguir, ele explica os fundamentos da medicina integrativa e aposta que a prática vai se espraiar por aqui por razões econômicas – por ora, apenas alguns hospitais e somente cinco universidades brasileiros se dedicam ao assunto.

“Energia e religião no caminho da cura”

Afinal, o que é medicina integrativa?
É um movimento que surgiu nos Estados Unidos na década de 1970 e que começou a ser organizado com mais rigor na década de 1980, quando entrou para as faculdades de medicina. Hoje, existem 44 universidades americanas ligadas à pratica, que traz uma visão mais holística da pessoa no seu todo: corpo, mente e espírito. O que buscamos é oferecer uma assistência com informação e terapias que vão além da medicina convencional para ajudá-la a se conectar com a promoção de saúde. Eu não tenho a menor dúvida de que a medicina convencional é extremamente efetiva em se tratando de doença, mas saúde não é apenas ausência de doença.

Que terapias são essas?
Sistemas tradicionais como a medicina chinesa e indiana nos oferecem uma gama de alternativas, como acupuntura, reiki, yoga, entre outras, que trabalham a energia do nosso corpo, estimulando uma reação aos sintomas das doenças. A ideia desse movimento não é excluir nada, mas juntar tudo e mostrar que a pessoa é detentora da capacidade de cura da própria doença. Isso é uma mudança de paradigma, porque a possibilidade de voltar ao estado saudável não é algo dado à pessoa, mas é algo inato a ela.

Qual a explicação para só agora a medicina integrativa despertar interesse de médicos convencionais?
Há duas razões: a demanda dos pacientes e a produção acadêmica, que cresce a uma velocidade muito alta. Se entendemos como as coisas funcionam, sabemos que é seguro.

Qual a situação da prática no Brasil?
Estamos em uma situação de dualidade. Os alinhados à prática muitas vezes não usam a medicina convencional de maneira integrada, e os convencionais não usam a medicina integrativa. Temos no Brasil um movimento diferente dos Estados Unidos, menos acadêmico, mas que vem crescendo graças a uma portaria de 2006 que autorizou procedimentos de acupuntura, homeopatia, uso de plantas medicinais e fitoterapias no Sistema Único de Saúde (SUS).

E por que a resistência dos médicos convencionais?
Eu não entendo. Estamos falando de energia e não precisamos ir muito longe para provar que energia corporal existe. A partir do momento que temos uma mitocôndria que produz energia dentro de cada célula, e isso é ensinado no primeiro ano de medicina, não há o que discutir. Temos energia no corpo, e pronto. O curioso é que muitos exames hospitalares rotineiros são baseados em mensuração do campo energético do corpo, como a ressonância magnética, o eletroencefalograma e outros mais sofisticados. Mas se você falar para um neurologista sobre a manipulação da energia do corpo, ele pira.

Por quê?
Porque entramos em um outro ponto da discussão sobre a energia humana, que é a interface com a religião. Estamos vivendo em uma nova fronteira em que se tenta entender essa energia, como ela é produzida, como pode ser manipulada e conduzida. E isso tem um impacto importante na questão da espiritualidade. Por isso, se algum paciente meu acha conforto na religião, se ele se sente bem assim, eu o estimulo a praticá-la.

E como se medem os resultados da medicina integrativa?
Começamos a medir os resultados pelas questões econômicas. A Prefeitura de Campinas, em São Paulo, registrou uma redução substancial de uso de analgésico dentro do SUS ao oferecer terapias ligadas à medicina chinesa focadas na questão ósseo-muscular. Além disso, tem uma série de trabalhos acadêmicos ligados à genética provando que a qualidade de vida produz efeitos na expressão genética da doença. E uma nova fase de trabalho investiga se uma gestante, cujo feto apresenta uma expressão genética de determinada doença, pode ajudar seu bebê se tiver uma gestação muito cuidadosa.

Como isso seria possível?
O homem carrega no seu código genético informações de doenças que podem ser a causa de sua morte. Isso já é provado. Só que você pode ter a característica genética da doença e não desenvolvê-la, ou tê-la precocemente. Isso vai depender da qualidade da sua vida. Comer bem, respirar melhor, praticar atividades físicas, lúdicas e contemplativas são fatores muito importantes ligados à qualidade de vida e que vão provocar um impacto no nosso bem-estar e, consequentemente, na resposta do corpo às doenças já estabelecidas e àquelas que estão programadas para acontecer. O Prêmio Nobel do ano passado de Medicina (dividido entre os pesquisadores Elizabeth H. Blackburn, Carol W. Greider e Jack W. Szostak) mostra que, se há uma importante mudança nutricional e de práticas contemplativas, há uma diminuição da expressão de câncer de próstata em determinados grupos de homens.

As pessoas, em geral, estão mais abertas para as práticas alternativas?
No Brasil, entre 45% e 80% dos pacientes diagnosticadas com câncer utilizam algum tipo terapia “alternativa” em conjunto com o tratamento. Nos Estados Unidos, 13% das crianças e 55% dos adultos saudáveis utilizam tais práticas.

O senhor acredita que essa corrente ganhará espaço no futuro?
Acredito. Não por razões humanitárias, mas por uma questão econômica. Afinal, a forma como a medicina é praticada atualmente implica altos custos. Não posso prever, porém, quanto tempo isso vai demorar, porque o convencimento dos profissionais a respeito do assunto exigirá um longo trabalho.

Site do Dr. Paulo de Tarso Lima: www.medintegrativa.com.br

Fonte: Veja

Os Estádios mais estranhos do Mundo

quinta-feira, 28 de janeiro de 2010

Um monte de estádios ao redor do mundo têm o melhor design e dão orgulho para os países onde eles estão localizados. Porém, existem alguns estádios onde os arquitetos falharam e existem algumas adaptações muito inteligente para a paisagem circundante e que os torna meio estranho.

Osaka stadium

 

Japão, estádio de Osaka, terra da antiga casa do time de beisebol de Nankai Hawks. O estádio esta situado no centro da cidade de Osaka, com capacidade de 31.379 lugares. Em 1988, os “falcões” da empresa proprietária vendeu o time para Daiei grupo e mudou-se para cidade de Fukuoka. As 3 equipes restantes de Osaka tem seus próprios estádios, e o estádio de Osaka foi abandonado pelo beisebol e foi convertido em habitação. O estádio foi demolido em 1998, e do centro comercial é construir nesse local.

Cocodrilos Sports Park

Venezuela, Caracas – Cocodrilos Sports Park é um estádio multi-uso. Hoje é utilizado principalmente para partidas de futebol, é a casa do Caracas FC. O estádio tem capacidade para 3.000 pessoas e está situada ao lado de uma rodovia.

Portugal, Braga

Um dos estádios mais caro e mais estranho esta em Portugal. A enorme pedra que o cerca contribuiu fortemente para o custo final de $ 122 milhões, mais que qualquer outro dos dez novos estádios construídos para o campeonato europeu de futebol em 2004. O estádio é considerado um dos estádios mais originais e belos do mundo. Achamos estranho.

Croácia Dolac Gospin

O estádio fica em Imotski. Foi construído em 1989 e serve como estádio para o clube de futebol Imotski NK. O estádio tem capacidade para 4.000 espectadores. Estádio muito estranho.

Brasil Eco-Estádio – Curitiba

“Janguito Malucelli” - sua arquibancada foi construído com cadeiras dispostas em um barranco, sem o uso do concreto. “Eco Portanto”, o estádio é também chamado de Eco-Stadium.

Ilhas Faroe

 

As Ilhas Faroe são um grupo de ilhas situado entre o Mar da Noruega eo Oceano Atlântico Norte, aproximadamente a meio caminho entre a Escócia ea Islândia. A sua equipe nacional de futebol está jogando com equipes nacionais europeias no campo localizado ao lado do mar. Há também um rapaz em um barco que recolhe as bolas que caem no mar durante uma partida.

Cingapura, Marina Bay

Feito inteiramente de aço, a plataforma flutuante medidindo 390 metros de comprimento e 270 pés de largura. Suporta até 1.070 toneladas, o equivalente ao peso total de 9.000 pessoas, 200 toneladas de adereços e 30-tonelada veículos militares. O estádio tem uma capacidade para 30.000 pessoas.

Bulgária – Balchik Stadium

Bulgária FC Chernomorets Balchik, clube de futebol da cidade de Balchik, atualmente jogando a segunda divisão do futebol búlgaro. A equipe joga seus jogos em casa no local “Balchik Stadium”, com 6.000 lugares mais feio do que já vimos.

Noruega

Antigo estádio do Noruega Aalesund FC  muito estranho, o barranco servia de arquibancada. Pelo menos poderiam colocar as cadeirinha com o Eco-Estádio de Curitiba. Clube construiu um novo estádio em 2005.

África do Sul

África do Sul Mmabatho Stadium é um estádio multi-propósito da cidade de Mafikeng.  Atualmente é usado principalmente para jogos de futebol. O estádio tem 59.000 pessoas e foi projetado e construído em 1981 por uma empresa de construção civil russo.

Áustria

Áustria, Viena – Mais um estádio ecológico!!!  ”Hohe Warte Stadium é a casa do primeiro clube de futebol de Viena, também, ocasionalmente, foi palco de partidas internacionais da equipe austríaco de rugby Viena Vikings. Não tem as cadeirinhas como o Eco-Estádio de Curitiba, mas possui para-peitos…

Bélgica

Antuérpia Bélgica FC – O estádio foi construído em 1923 e ja foi um dos maiores e mais luxuoso estádios de futebol da Europa, hoje esta concorrendo para o título “O estádio mais feio do mundo”. Essa opinião deve ser dos europeus, porque ja vi Estádio muito mais feio aqui no Brasil.

Ucrânia

Ucrânia - vencedor absoluto!!! A gravidade não é o melhor amigo dos jogadores do time. Nós não temos informações adicionais sobre este caso e não existe qualquer jogos de futebol em curso neste campo, mas com certeza é divertido para os motoristas nesta estrada.

Fonte: This Blog Rules